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30 de setembro 2015

Rolamento do compressor de ar

Saiba por quê o compressor perde quase metade da sua vida útil e como eliminar as paradas para drenagem, otimizando sua hora trabalhada.

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Seja de alta ou baixa pressão, os compressores de ar são a solução perfeita para as mais diversas aplicações, desde o funcionamento de ferramentas pneumáticas até a delicada limpeza de campos de trabalho arqueológicos, por exemplo. Sua funcionalidade se traduz nos mais diversos modelos, portáteis ou não, a diesel ou elétricos, que oferecem uma grande gama de potência e aplicabilidade. No entanto, como reconhecer quando há algum problema no equipamento? O mais comum deles refere-se ao rolamento, que pode reduzir à quase a metade a vida útil do equipamento, trazendo prejuízos como atraso do cronograma de trabalho, necessidade de substituição de peças ou da máquina inteira e perdas econômicas – afinal, tempo é dinheiro.

O que provoca o desgaste no rolamento e como prevenir

Logo de início é preciso entender porque o rolamento pode ter um desgaste precoce, o que é muito fácil de acontecer na maioria dos equipamentos tradicionais. Para se ter uma ideia, apenas 1% de água misturada ao óleo de um desses equipamentos portáteis já é suficiente para reduzir a vida do rolamento em até 40%. A água se condensa sempre que o ar é comprimido, e torna-se indesejada pelos componentes mecânicos por diminuir drasticamente sua lubrificação e consequente proteção por causa principalmente da ferrugem. Quando a umidade relativa do ar é mais alta, o problema agravasse mais ainda.
Entretanto, as unidades compressoras convencionais utilizam uma válvula termostática que operam sob controle da temperatura do óleo. Nestes casos, a limitação desta válvula, permite que o óleo trabalhe em uma faixa de operação mais elevada, o que na verdade, só seria necessário quando o compressor estivesse funcionando em plena carga. Como consequência, a temperatura acaba sendo mantida mais alta do que o necessário a maior parte do tempo.
Dessa forma, quando o compressor recebe um alívio no motor, e volta a comprimir novamente, termina causando aumento da variação de temperatura, provocando a condensação da água no óleo mais rapidamente, prejudicando o rolamento, que inicia uma marcha sem retorno antecipando o fim da sua vida útil. Neste caso, uma providência possível é drenar diariamente a água dos compressores de ar, uma rotina cansativa, mas extremamente necessária nos compressores tradicionais.

Tecnologia evita o problema nos novos modelos

No entanto, os novos modelos, como os oferecidos pela A Geradora, já contam com uma tecnologia de ponta que acaba com esta dor de cabeça, preservando a vida útil do rolamento. Os equipamentos são dotados de uma regulagem eletrônica que controla a atuação da válvula termostática e faz o monitoramento da pressão do óleo – dessa forma o risco de formação da condensação da água é minimizado porque a temperatura passa a ser mantida sob operação controlada para a injeção do óleo.
O interessante é que essa tecnologia de ponta reflete-se em benefícios muito mais amplos do que os deslumbrados inicialmente. Além do aumento da vida útil do compressor, o novo sistema evita uma série de custos adicionais, como o de aquisição de novo rolamento e da mão-de-obra para a substituição.
Por outro lado, como o óleo é mantido na temperatura ideal durante todo o tempo, há também menor consumo de água, o que faz com que o próprio reservatório seja menor, facilitado ainda mais o transporte do compressor de ar, que fica então mais barato.
Da mesma forma, a temperatura constante torna o equipamento mais seguro para manuseio, já que o risco de superaquecimento é eliminado – assim como o tempo de máquina parada, já que não há necessidade de drenagem, otimizando a hora trabalhada. O equipamento dura mais, o trabalho rende mais e os lucros aumentam na mesma proporção.