Economia Brasileira: Impacto da Energia para o 2º Semestre

3 de agosto de 2018

Com indicadores de recuperação da economia no Brasil, números apontam aumento das compras por parte dos consumidores e maior consumo de energia por parte das empresas

Os últimos 2 anos foram de dificuldade para a economia brasileira. Um momento político turbulento aliado às crises internas e externas no setor econômico fez com que os brasileiros vivessem um período de estagnação no crescimento.

Toda vez que enfrentamos momentos como esse o resultado é uma retração no consumo. Com menos dinheiro, os consumidores compram menos e as indústrias produzem menos.

Da mesma forma funciona o inverso. Se a produção aumenta, os setores de comércio e serviço, além das indústrias, consomem mais. E o maior consumo de energia, em todos os contextos, sempre precisa de uma análise mais detalhada.

 

Indústrias têm grande impacto no consumo energético

De acordo com dados divulgados pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), pelo menos 41% do consumo de energia elétrica no Brasil é responsabilidade das empresas.

Portanto, podemos apontar essa parcela do consumo como uma das que mais impactam no preço final da energia elétrica. Com a diminuição na produção, reduz-se também o consumo de energia.

No entanto, a retomada no crescimento percebida para o segundo semestre de 2018, ainda que tímida, faz com que os especialistas do setor liguem o sinal de alerta. Se o consumo volta e o comércio vende mais, a produção aumenta e o gasto de energia elétrica também.

Por que é importante estar preparado para os sinais da economia

Como você pôde perceber, a economia brasileira, assim como a de qualquer outro país, depende de uma série de fatores para o crescimento. É natural que determinados itens impactem diretamente sobre o preço de outros.

É por essa razão que empresários e gestores de indústrias devem sempre estar atentos a essas mudanças e, principalmente, preparados para enfrentá-las.

Muitas companhias, inclusive, contam com geradores de energia em certas épocas do ano como forma de prevenção para alguns riscos e prejuízos que um estabelecimento teria se faltasse energia no horário comercial. Alguns deles seriam:

– Muitas pessoas num mesmo lugar com a temperatura bem elevada;
– Caixas de lojas inoperantes;
– Máquinas de débito ou crédito sem funcionar;
– Equipamentos de refrigeração cheios de produtos descongelando;
– Elevadores e escadas rolantes parados;

Em momentos que a energia elétrica fica mais cara, pode ficar inviável para certos negócios manter o consumo energético nos mesmos patamares. Um supermercado, por exemplo, não pode fechar as portas nos horários de pico para gastar menos. 

Veja também: Gerador para Supermercado é uma solução para evitar problemas

Em momentos como esses, um gerador de energia pode fazer uma diferença significativa nos gastos com a conta de luz. Com um equipamento como esse, é possível reduzir os gastos com energia no horário em que ela é mais cara.

Trata-se de um equipamento essencial no planejamento das empresas que têm grandes demandas de energia elétrica. Em outras palavras, a recuperação da economia pode sim impactar diretamente nos processos da sua empresa, o diferencial estará no preparo ou não em lidar com a nova demanda de energia exigida.

 

Economia brasileira: sazonalidade e contexto

Quando falamos em economia, há que se lembrar de uma regra básica que diz que o mercado sempre busca o equilíbrio. Por essa razão, ao olharmos para a recuperação da economia brasileira, devemos considerar os eventuais impactos que os aumentos no consumo de energia podem trazer.

Sejamos didáticos: se o consumo de energia aumenta, as hidrelétricas brasileiras precisam produzir mais energia para dar conta de atender a nova demanda, correto? No entanto, em certas épocas do ano estamos sujeitos a sazonalidades, como secas, períodos de estiagem e menor volume de chuvas.

Tudo isso contribui para que possa ser montada uma equação na qual todos esses fatores precisam ser considerados. E se o resultado obtido for aumento no consumo em um período de estiagem, então todos os consumidores podem ter uma conta de luz mais alta no final do mês.

 

Bandeiras tarifárias: como o governo liga o sinal de alerta

Para que fique mais fácil para o consumidor entender o que está acontecendo nos reservatórios e se há aumento ou não no consumo de energia, o governo criou um mecanismo chamado bandeira tarifária.

Há três níveis: verde, amarela e vermelha.

Bandeira verde: indica que naquele momento as condições estão favoráveis na geração de energia elétrica. Os reservatórios estão em níveis satisfatórios e o consumo está dentro do esperado. Nesse caso, a tarifa de energia elétrica não sofre nenhum acréscimo.

Bandeira amarela: indica que naquele momento as condições de geração de energia elétrica estão em sinal de alerta. Os reservatórios podem estar próximos de níveis críticos ou o consumo pode ter subido repentinamente.

Nesse caso, a energia elétrica fica mais cara: R$ 2 são acrescidos para cada 100 kwh consumidos.

Bandeira vermelha: indica que as condições para geração de energia são desfavoráveis, seja por conta do consumo elevado ou pelos baixos níveis dos reservatórios. Nesse caso, a energia elétrica fica bem mais cara: R$ 3 são acrescidos para cada 100 kwh consumidos.

Gostou do nosso artigo? Certamente a energia elétrica tem um impacto significativo na economia brasileira. Podemos e devemos observar essa movimentação, para não ter surpresas. Principalmente se você tiver uma empresa.

 

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